terça-feira, 30 de junho de 2015

DISCRIMINAÇÃO



Ela é forte... Mata mais que a morte!
Quando não entendemos a interpretação
Considero que ela ocorra quando ao
Atropelar da criação.

É normal alguém alto e outro baixo,
Alguém magro ou gordo,
Ser ouro ou ser cobre
Muita grana ou pobre.

Não podemos discriminar
Quando estão dentro dos padrões
Nascemos para o bem comum
Não para sermos ladrões.

Vou digitar sem fingimento
União entre dois homens nunca será casamento
Pode lhe dar outra nova denominação
Talvez!  Entrosamento, ou fazer um novo regimento.

Já que o significado de casamento
É uma união que dá origem a vida
Cerimônia religiosa ou civil assemelhando
Marido e a esposa associativa harmoniosa se entregando.

De maneira caracterizada da origem que os dois se tornam um,
Deus foi tão sábio que tudo no planeta terra vive em família,
O vegetal, o mineral, animal que é irracional, tudo em movimento,
E ao homem e a mulher e sua relação conjugal num entrosamento.

Quando falamos em amor, não podemos ter idéia que é a cama,
O amor quando ocorre entre seres humanos é lindo! Maravilhoso...
Ninguém pode condenar... Se há um Ser místico dessa classificação,
Só Ele pode julgar... Mesmo não sendo família, cada qual em sua atuação.

O próprio dicionário civil já definiu o Matrimônio,
Casamento... Enlace ou união
São as mesmas coisas, como:
Todos nós somos irmãos.

Somos-nos aquilo que comemos ou que fazemos,
E pagamos caros quando comemos fruto envenenado,
Sabemos que em Portugal quando duas pessoas se unem.
E de acordo com a lei dos homens, às vezes um sai machucado.



domingo, 28 de junho de 2015

80 ANOS DE EVANGELIZAÇÃO







Planejamento familiar
Achamos  muito interessante
Realidade, Homem e Mulher caminharem,
Os casais no mais profundo perseverante
Que  crerem que o Santo Deus os criou
Unidos, na luta para não serem irritante
Incessante em favor da vida e da educação
Anatomicamente e fisicamente,
Naturais aos métodos de santificação,
Organizando o elo que o Senhor os concedeu
Serem firmes... Usufruir no poder da oração.


Compreenda!  A família não está em crise,
Ela é ainda a célula primeira,
Lamento que o sistema não o analise,
E ele manda informação corrompida,
Bem sabes do que estou falando,
Responda... Até quando esse ficará endurecido,
Alienada... Desvalida... Humilhada?
Mania de mentiras e pretendida.


Juntos seremos mais...
Unidos em favor da moral,
Bendito seja  casamento...
Ele sempre será tradicional,
Luzes lhe dão as boas-vindas!
Em seguida... A vida a dois
Unidos... Nem o homem os separa.


Por meio deste anel
Acontece um “Sim”
Realização de um projeto
Amar e ser amado.


Acontece uma só vez!


Veja quem quiser ver...
Individualismos querem compartilhar
Dominando o comportamento
Aids, doenças sexuais a aumentar.


sábado, 27 de junho de 2015

RESGATANDO A HISTÓRIA DE MIMOSO DO SUL



Até a metade do século XX foi um elo de referência para a publicação de trabalhos sobre as plantas medicinais brasileiras, sendo Mimoso do Sul um marco nessa história.

No presente trabalho, as citações referenciadas da Revista da Flora Medicinal Editada em São Paulo.

 O Laboratório da Flora Medicinal foi oficialmente fundado no Rio de Janeiro em 23 de março de 1912 pelo médico mimosense José Ribeiro Monteiro da Silva com o nome de ‘J. Monteiro da Silva & Cia’. O nome ‘Flora Medicinal’ só foi incorporado à razão social da empresa quase meio século depois, desde a sua fundação a expressão ‘A Flora Medicinal do Dr. J. Monteiro da Silva’ fosse amplamente usada.

 Nasceu em 1863, em Mimoso do Sul de uma família tradicional vinda de Minas Gerais, fez o curso primário onde nasceu.

Formando-se em medicina em 1887 na Escola de Medicina do  Rio de Janeiro. O doutor Monteiro da Silva, como era conhecido, era um homem rico, cafeicultor, dono de fazendas em Mimoso do Sul. Herdadas de seus progenitores.

Segundo (Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, em 1920 foram recenseados na cidade de São Pedro do Itabapoana 726 imóveis rurais, destes 47 pertenciam ao proprietário, Dr. José Ribeiro Monteiro da Silva.
Respectivamente, nome e localização dos imóveis e quantidade: Água Limpa 5, Belo Monte 11, Bela União 3, Boa Esperança 1, Cachoeirinha 2, Capoeirão 2, Córrego das Almas 1, Ilha 1, Palmeiras 15, São Pedro 1, Sossego 5. Também era proprietário de terras em Minas e imóveis no Rio de Janeiro.

Assim, a Flora Medicinal não era simplesmente mais um empreendimento comercial, mas uma forma em  que o médico encontrou para disseminar e comprovar o poder curativo das plantas brasileiras. O seu interesse pelas plantas medicinais surgiu durante as longas caminhadas pelas florestas e matas da região onde nasceu e residiu na fazenda ‘Belmonte’. 

José Ribeiro Monteiro da Silva era filho do fazendeiro Carlos Ribeiro da Silva e de Francisca de Paula Monteiro da Silva, ambos de famílias tradicionais. 

Discreto, reservado, de hábitos rígidos no trabalho e na vida pessoal e totalmente avessa à vida social, sua formação. Sem descendentes, (a esposa morrera prematuramente e os dois filhos morreram ainda garotos), diretos, voltou-se inteiramente para a vida profissional e para o estudo das plantas medicinais. 

Monteiro da Silva via nas plantas medicinais uma forma de medicina alternativa, acessível à maioria da população humilde do país. Apesar da sua fortuna, José Ribeiro deixou claro, durante as comemorações do Jubileu da Flora Medicinal, que o pequeno capital necessário para a criação daquele laboratório foi oferecido por um comerciante de uma modesta casa de plantas verdes e secas. 

Durante esse período, a Flora Medicinal expandiu em 100 vezes o comércio de plantas medicinais brasileiras. No Jornal do Comércio do Rio de Janeiro, ele publicou dezenas de artigos onde não só descrevia as qualidades das plantas medicinais brasileiras, mas também ensinava como prepará-las. 

Quando o Laboratório foi fundado, já se conhecia muito da química das plantas mimosenses mais utilizadas, mas o valor terapêutico ainda estava baseado nas tradições populares, O referido armazenamento das ervas era um enorme galpão na Rua Joaquim Leite Guimarães, hoje é edificado a residência do casal Oton e Oreny Guimarães Oliveira.

O pai de Dona Oreny Coordenava a Equipe que preparavam as folhagens: Eram secas e ensacadas. Banana Santo-Me era moída, depositada em barris de madeiras e enviadas por via férrea, para o laboratório no Rio de Janeiro.

Em 1920 a fazenda  do Mimoso, conforme o recenseamento pertencia ao Sr. Gervásio Ribeiro Monteiro da Silva, irmão do médico. Que também produzia ervas.

Perguntada a Dona Oreny se o referido médico chegou usar essa medicina no município de Mimoso, ela respondeu que não tinha informações, mais que se lembra de sua mãe, que apanhava ervas para o tratamento de verminoses, e outras doenças.

 A ideia de Monteiro da Silva era transformar a crendice das plantas medicinais numa verdadeira ciência. Os primeiros produtos registrados pela Flora Medicinal foram a Agoniada, laboratório era proveniente das próprias fazendas que José Ribeiro possuía em Mimoso do Sul, mas ele também fornecia plantas in natura para outros laboratórios, farmácias e boticas.

O laboratório foi inicialmente instalado no sobrado do número 38 da Rua São Pedro, mas logo se expandiu, ocupando o pavimento superior e em seguida todo o prédio ao lado. Neste local, os médicos atendiam os pacientes e prescreviam medicamentos fitoterápicos que eram adquiridos ali mesmo. Era uma antiga prática das boticas que ressuscitava.

A partir de 1936, o laboratório onde eram preparados os medicamentosos, mudou-se para a Rua Barão de Petrópolis, no bairro do Rio Comprido, embora a parte administrativa permanecesse no centro da cidade.

Em 30 de novembro do mesmo ano, o Prefeito do Rio de Janeiro, Olímpio de Melo, nos termos do Decreto 104, declarou o Laboratório da Flora Medicinal como sendo de utilidade pública, com todas as implicações que isso provocava.

Em 1943, após permanecer mais de 40 anos no mesmo local, a administração, os consultórios e a redação da Revista da Flora Medicinal foram transferidos para o número 195 Rua Sete de Setembro.  

A empresa era quase familiar. Manoel de Carvalho, cunhado de Monteiro da Silva, era chefe do laboratório; seu irmão, Gervásio, era o administrador da fazenda  Mimoso  e responsável pela remessa das plantas para o Rio de Janeiro; José Monteiro de Rezende, sobrinho do fundador da empresa e farmacêutico por formação, era sócio minoritário.

Além disso, enviava regularmente remessas de fitoterápicos e plantas para os Estados Unidos, China, Paraguai, Holanda e Inglaterra. Em propaganda veiculada na sua revista, o laboratório declarava estar pronto a fornecer qualquer quantidade de plantas medicinais e industriais para exportação.

O Laboratório da Flora Medicinal não se limitava ao lado comercial com a produção de fitoterápicos.

Em outubro de 1934, foi lançada a Revista da Flora Medicinal e em 1936 foi instituído o Prêmio Dr. J. Monteiro da Silva, destinado aos trabalhos publicados sobre plantas medicinais brasileiras.

“José Monteiro da Silva estava convencido de que: “A Flora Medicinal crescerá ainda mais com o seu Laboratório para o preparo de seus produtos e pesquisas de novos vegetais, tornando cada vez mais racional o estudo de nossas plantas” e concluía:” Iniciativa de brasileiros, é um padrão de capacidade. 

Com o seu falecimento, em 1958,  assumiu a administração da empresa José Monteiro de Rezende e a empresa entrou em período de crises sucessivas, sobrevivendo graças aos consumidores fiéis que confiavam no valor dos fitoterápicos.

A situação ficou ainda mais difícil com a morte deste em 1960; e a Flora Medicinal entrou em gradual declínio. A situação chegou ao limite de saturação e da continuação da própria empresa. Em 1982, o Laboratório da Flora Medicinal foi vendido com todo o seu patrimônio estrutural, incluindo marcas e patentes, para Raimundo Correa Gomes, ex-comerciante do ramo de ferragens e material de construção.


Em São Paulo; José Monteiro da Silva, havia recebido do Laboratório da Flora Medicinal,   11 prêmios pelos Editoriais publicados.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

TENHA ESPERANÇA > Humor



Nota do Autor: Este conto é imaginário: Qualquer semelhança com fatos reais e mera coincidência.

 Nesse cenário de tantos atores em conflitos, qual seria o papel do cidadão quando percebe que seu filho não está bem? Foi ai que liguei para o “SAMU”, a fim de marcar uma consulta para Andre Zinho. O telefone tocava... Tocava... E ninguém atendia. Resolvi pessoalmente... 

Troquei de roupa e fui para o ponto de ônibus. Passou um... Dois... Três... Dava-se a impressão que estava cheio. Mas com jeitinho se o motorista quisesse poderia me levar.

Ao entrar no quarto ônibus, aproximadamente dois kilometros ouvi um ruído estranho e logo em seguida veio à ordem: “Aí tia, todos devem descer imediatamente, se o motorista não quiser parar dar-lhe-ei uma coronhada”. E no mesmo instante o ônibus para. Foi um corre; corre gritaria de horrores e logo após percebi que alguém apressadamente saia de bicicleta e estava com um capuz que cobria o rosto, com uma máscara carnavalesca e ao mesmo tempo o ônibus estava sendo engolido por chamas ardentes. 

Pensando no meu filho, eu teria de qualquer maneira marcar sua consulta com um pediatra. Abri a bolsa, havia uns trocados... Calculei dá para pagar um taxi. Chegando ao pronto atendimento de saúde, a fila estava enorme; ainda bem que lá estava minha cunhada que tratava de obesidade; que logo fez sinal para mim, afirmando desistência,  pois estava ali desde ás 04 da manhã e gentilmente ofereceu o seu lugar, pois não aguentava mais a fome. 

Deu-me um abraço e saiu. Dentro de 40 minutos aproximadamente chegou a minha vez fazia de tudo para manter-me calma: - Por favor, senhorita, meu filho necessita urgente de um pediatra. Tentei marcar pelo telefone, como é orientado pela propaganda. - Senhora! Desculpa-me, estão cortadas as linhas, falta de pagamento. Quanto ao pediatra estamos aguardando a vinda do programa “Mais Médicos”. Como a Senhora disse ser urgente vou colocar um lembrete nessa agenda, anexando à requisição da consulta. 
Assim que tudo normalizar ligarei para a sua casa. 

Confesso que sai dali mais calma, talvez seja a elegância da recepcionista. Andando pela Rua e refletindo, por quê? Massacre, execução, a luz do dia, Por quê? Matança indiscriminada, chacina? Busco palavras para expressar o que vem acontecendo no bairro em que moro, nas grandes e pequenas cidades? Será que o estopim de tudo isso está vindo de nossa organização política? Os exemplos que estão vindos de cima para baixo? Somos um Pais profundamente marcado pela propaganda mentirosa. Nossos trabalhadores que podemos chamá-los de classe operária têm uma renda per capita que não passa de 300 dólares mensais. São tantos os questionamentos que até esqueci-me do meu filho; mas graças a Deus a febre já havia cedido.

 Após um mês, numa sexta feira o telefone toca: - Senhora e do “SAMU” me confirme o seu endereço, pois irá a sua residência uma Equipe que faz parte da saúde da família, ela terá a missão de colher o sangue do garoto, aferir a pressão arterial e a temperatura. “Questionei”- Por favor, queria que um pediatra visse meu filho. - Logo após esses exames de rotina, com os resultados em mãos, seu filho, mãe vai ter o encontro com o pediatra. Ligarei para a Senhora. 

O tempo foi passando, com a troca das estações havia melhora e piora às vezes a virose voltava febre alta, alteração no sono e não tinha vontade de se alimentar. Os meses iam passando, o que vou relatar parece inacreditável, a tal ligação não aconteceu. Criei coragem e novamente fui ao SAMU, só que desta vez me precipitei; perdi a calma. Mas a atendente com todo cuidado quebrou o meu estado de ansiedade, com o seu carinho me conquistou;

 - Calma mãe! Está aqui o pedido da consulta com o pediatra. Mas infelizmente houve um deslize e o resultado do exame que o seu filho fez desapareceu, foi extraviado. - Mas como? - Vamos abrir uma sindicância e punir os responsáveis. A Senhora pode ir para casa, prometo resolver esse incidente, e assim que for resolvido; telefonarei para a senhora.

Estava bem próximo o mês de julho, e a facção política pretendia reeleição.
Foi realizada uma reunião de toda cúpula que lotava o quadro do executivo, a fim de ter uma resolução formal para todos os subordinados da saúde:

 - Por favor, serei claro e objetivo,  coloco o meu nome para reeleição, assim sendo, conto com todo interesse, serviços de vocês, principalmente para os usuários da saúde, devem a eles, respeito, transparência, responsabilidade. Não admitirei reclamação dos contribuintes. Quem não executar suas tarefas com amor, educação, irá para o olho da rua.

As facções políticas estavam acirradas para concorrerem às eleições. Na festa da cidade, com a presença do Governador estava presente com discurso pronto; as reformas da escola e da rede Saneamento básico.
O povo estava exigente e queriam explicação, apuração e punição, já que os grãos que vieram para distribuir com os mais necessitados estavam sendo vendido num armazém da cidade. 

Um movimento popular que não fazia festas, cumpria seu papel de cidadão,  estava lá, bem em frente ao palanque oficial, portando uma faixa com os dizeres citados...

 Sentindo-se ofendido, o administrador reagiu, apresentando queixa na policia. No julgamento do inquérito, o promotor público achou que não havia crime. Teve inicio uma nova era acabou o promissor enganoso. Veio o futuro que promete e não fez, por mais de três anos deu um branco na cidade. Só agora aparece o seu rosto verdadeiro, em época de eleições; cabos eleitorais desperdiçam toneladas de papel para ganhar uns míseros trocados. Cabos eleitorais pagos, desinformados, sem saber quase nada sobre o candidato ou o partido que promovem. 

Estava eu levitando com tantas e tantas perguntas e fazia os meus próprios comentários aos questionamentos: Quando:

 - Mamãe o telefone! - Alô! Sim e da casa de Andre Zinho. – “Liguei para informar que foi encontrado um pedido para consulta de seu filho com um pediatra.

Estamos colocando a casa em dia... Só a Senhora vendo, encontramos uma verdadeira zona. Uma bagunça tremenda... Assim sendo, amanhã às 9 horas, no consultório sete, o pediatra estará à espera do paciente.  - Meu filho estará aí com certeza.  Assim chegou o dia tão esperado, Andre Zinho ao entrar no ambulatório  foi logo procurando a sala sete... Entrou... Arrasta uma cadeira e senta-se, após de um caloroso Bom Dia ao Médico; este, fixa bem para o paciente e estranha: 

-  Sou pediatra; como é que um adulto marca consulta com um médico infantil.? Será que aqui no Brasil é diferente? - Que absurdo, não é, Doutor? Por aí, o Senhor pode calcular a quanto tempo estou nesta fila.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

BOCAS... BOCAS E BOAS



Boca da noite fogosa!
Morreu a boa tarde,
Boca de cena piedosa!
Boas-entradas, não se alarde.

Boca fechada não entra bala,
Cuidado... Boa praça!
Boca suja não fala,
Pois a boa pinta pode levar massa.

Respeite a boca-de-fumo!
Boa-vida lhe oferece,
Boca do estômago vai sem rumo,
Quando boas-festas lhe aquece.

A boca-de-fogo pode mandar-lhe
Para a boca do lixo,
Vai encontrar com a boca-de-leão
Poderá ser devorado por esse bicho.

Botar a boca no mundo
Fica um desgoverno,
Poderá jogá-lo num buraco fundo,
Deve ser boa-peça sem ser subalterno.

Forte residir na boca da serra,
Quis se esconder por ser boca-rica.
Boa-vida, boca-mole ou boca livre...
Quer ser feliz? Volte à sua terra.


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ALCI SANTOS VIVAS AMADO

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Publicou 3 livros: Santo Antonio Descendente de Corpo Inteiro, Insinuações Poéticas, Duelo e Perdão, Participou dos livros: Antologia Escritores Brasileiros - 6º Edição e Galeria Brasil 2009. Com apoio do SEBRAE e FAOP - Federação de Artes de Ouro Preto - MG, pesquisou e historiou o resgate Folclórico "As Pastorinhas" onde foi editado o Catálogo "Bacia do Rio Itabapoana". É membro efetivo da APOLO - Academia Poçoense de Letras e Artes, ocupa a cadeia nº 54.

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