terça-feira, 18 de maio de 2010

FECHAR O HOSPITAL - A DIFÍCIL SAÚDE PROMETIDA

Os bastidores dos setores responsáveis pela elaboração de projeto de Política de Saúde foi novamente manchete nas principais Comunidades Organizadas de Mimoso do Sul – ES, desta vez é motivado pelo Roteiro de iniciativa do nosso Secretario Estadual de Saúde: Sr. Anselmo Tossi em que copiando Programa fora de nossa realidade para aqui implantá-lo, que tornará os Hospitais de Cachoeiro de Itapemirim um Pólo referencial para atender todos os habitantes de cinco cidades interioranas. Visto que o objetivo seja onerar menos gastos estaduais e federais, fará com que os Hospitais existentes sejam transformados em “Postinhos de Unidade Básica de Saúde”.

l. Por exemplo o nosso atual Hospital “Apóstolo Pedro” não prestará mais serviços de:
• Partos normais e Cesáreos,
• Cirurgias eletivas e de urgências como: Pedras nos rins e vesícula, hérnias, apendicite e outras tantas de simples complexidade.
• Emergências: Infarto fulminante, Acidentes automobilísticos e motociclísticos etc...

Pelo amor de Deus, acabar com uma história de nossa gente, já que o próprio foi construído por iniciativa popular. Médicos que por ali passaram, quando a saúde poderia chamar saúde, onde havia mais humanização e diálogo entre o profissional e o paciente. É bom que se confirme que o Hospital “Apóstolo Pedro” apesar das dificuldades é referência em nossas cidades vizinhas; tanto é que atendemos seres humanos de Muqui e até da própria cidade de Cachoeiro. Recordo-me que por duas vezes gestantes vieram aqui para realizar seus partos, motivado que nesses dias não encontraram vagas na cidade de origem.

Nosso Administrador ao invés de trazer alivio; segurança e alegria, não só para os usuários de nossa cidade, procuram acreditar em elaborar projetos atrás de uma mesa, sem pelo menos conhecer a realidade de cada município, de cada Hospital, e com isso vem esmagar a nossa origem, a luta de um povo. Quando acontecem fatos dessa natureza só criam problemas e não soluções, onde percebemos que falta a tal democracia e sobra impunidade.

Sempre que ocorrem episódios dessa maneira, vindo de cima para baixo ficamos acurralados por indignação; se levantou no meio do Conselho Municipal de Saúde e logo tomou forças nas Praças e Ruas e Entidades não governamentais e bem como nos Distritos a fim de que o Hospital “Apóstolo Pedro” permaneça ABERTO, continuando a oferecer assistência a quem necessitar de seus atendimentos.

Finalizando, Saúde não é cofre para dar lucros, para que levar nossas gestantes pára ganharem seus filhos em Cachoeiro, sendo que eles podem ter um parto Humanizado e de qualidade em nosso Município?

Ainda mais nessa falta de viaturas, por coincidência hoje mesmo pela manhã no Programa “ Bom dia Espírito Santo” pela TV Cachoeiro uma nova reportagem, pois há um mês foi cobrado o mesmo assunto. Das vinte ambulâncias que no mês passado estava na oficina para reparos, ficaram prontas cinco. A Secretaria da Saúde tentou justificar, mas não convenceu. E a população cachoeirense continua há mercê de esperanças de saúde que até o momento não se concretizaram, deixando a população sem atendimento digno e qualificado.
Como podemos migrar quase 26 mil habitantes para um pólo de referencia sendo que ele não supri a assistência a saúde dos seus próprios habitantes, imaginem então os número estimado de cinco cidades?

Assim sendo, não acredito que fechar as portas dessas entidades seria a solução, pois já começamos a mostrar esse texto para criarmos estopim de consciência.
Vale ressaltar que o Senhor Secretário Estadual Anselmo Tossi está com um projeto de especialização para os profissionais de saúde em APS, visto que as Estratégias Saúde da Família na saúde pública é a porta de entrada dos usuários ao SUS, e que estes usuários são referenciados ao nosso Hospital quando necessário, contudo fechar nosso Hospital que é a única fonte de socorro de nossa população mimosense é um ato de covardia e indignação popular.
Após a primeira reunião do C.M.S. mais de duzentas assinaturas em nossa listagem: Abaixo assinados que por hora iniciamos. Acreditamos que o quadro tem solução, vai reverter-se em uma digna ação que possa surgir da parte de nossas autoridades e passem a agir com inteligência, coragem e persistência.

sábado, 15 de maio de 2010

SISTEMA ASSASSINO

Nossa! Parece conto de fada, mas chegou á Mimoso do Sul. Não culpo o Médico, que também está sujeito a morte. Aponto exclusivamente ao nosso sistema em que por hora estamos vivendo. No Atendimento público de Saúde de nosso Estado, ou melhor, do nosso País, falta recursos, Médicos especializados, remédios e a nossa querida Mimoso do Sul entrou no rol. Enquanto o Senhor Excelentíssimo Presidente da República envia para fora do nosso País torneiras abertas de milhões de reais, nossos irmãos brasileiros perdem a vida por falta de atendimento médico.
Mulher lutadora morre estupidamente, mendigando na porta do Hospital que lhe viesse socorrê-la, pois estava com fortes dores abdominais e vômito. Deixam órfão 3 filhos menores. E assim morre com apenas 36 anos a trabalhadora rural, Solange da Silva.
Só me resta como brasileiro me solidarizar com o seu esposo, Wilson Ribeiro Moraes, levar-lhe um pensamento de Paz, harmonia nessa hora de desespero. Uma vida que com certeza poderia ter salvada com um simples olhar de carinho e de atenção. Coisa que já não o temos desde a implantação do novo modelo do SUS, na década de 70. Isso da pano pra manga. Acorda Brasil.
A Popularidade de Lula não está em si, mas nas pequenas migalhas pagas aos empobrecidos. Recordo-me que A Coordenadora Geral da Pastoral da Criança, aquela que perdeu a vida no Haiti. Certa ocasião afirmou que invés de 100 reais por mês, seria muito melhor dar-lhes emprego, dignidade, liberdade de escolher seus representantes.
Ela tinha toda a razão, concordo! Quem sabe se abríssemos fabriquetas de tijolos, telhas, cimento ou oferecer ao homem escravo sementes, enxadas, rastelos... Daria melhor renda para cada trabalhador e não o colocaria nesse ciclo vicioso.

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ALCI SANTOS VIVAS AMADO

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Publicou 3 livros: Santo Antonio Descendente de Corpo Inteiro, Insinuações Poéticas, Duelo e Perdão, Participou dos livros: Antologia Escritores Brasileiros - 6º Edição e Galeria Brasil 2009. Com apoio do SEBRAE e FAOP - Federação de Artes de Ouro Preto - MG, pesquisou e historiou o resgate Folclórico "As Pastorinhas" onde foi editado o Catálogo "Bacia do Rio Itabapoana". É membro efetivo da APOLO - Academia Poçoense de Letras e Artes, ocupa a cadeia nº 54.

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