quarta-feira, 28 de maio de 2008

A IMAGEM POLÍTICA

Durante tempos e décadas
Vivemos na esperança.
Acreditando conquistar
Um espaço relativo,
Entre o povo e a militância.

A vaca foi para o brejo,
Tudo volta pela ignorância.
Sem me aprofundar na história,
Superficialmente posso en umerar:
Reforma agrária não se avançou,
Pobreza, pouco se alterou.
O desemprego estacionou.
Economia, oscilações normais.
Fome, prioridade, preguiças sociais.
Bolsa família, equilíbrio conjunção.
Qual poderia ser o anzol da moral,
Pra ensinar o homem a pescar
Em busca da vida e educação.
Partilhar com ética o social.

Arar o humo da terra
Trabalho para todos,
Sementes e ferramentas,
Dariam mais frutos do que cinqüenta reias.
É mais digno, por que não é esmola.
Pelo amor de Deus, evite a corrupção.
Arrecadam os impostos normais,
Não mate aos poucos a nossa Nação.
Pouco se mudou!
Em resumo, é lamentável.
Rodovias que roubam vidas.
Segurança e a saúde
Cada qual se defasou.

Luz elétrica para todos,
Telefone também.
Abriu as pernas nessa ciranda...
Ah! Se não fosse o outdoor...
Gastam, pra convencer na propaganda.
A classe baixa sonhou...
Um ano depois...
Esses dois bens,
Quem os requisitou.
Hoje já não os tem.
Casebres voltando ao escuro,
Quem planejou o telefone para comunicar.
Que decepção.
Aumentou tanto...
Sendo necessário decepar.
O poder, quando não é poder,
Pensa isolado, com a mente é o coração.
Quando toma posse, esse pensar é derrotado,
Sem escrúpulo e sem razão,
No lugar do antigo sentimento,
Nascem impostos para o cofre do real,
Dividindo com a cúpula, pelas
Leis que fazem para acobertar o imoral.
No entanto o que mudou?
O que transformou?
Foi a nossa convicção
Que essa gente assassinou.

Tantos e tantos escândalos,
Os maiores registrados em nossa nação.
Apagaram os refletores da esperança,
Não brilham mais os faróis.
Que pena!
Não podemos rebater o tal ditado:
Que todos os políticos são iguais.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

MIMOSO DO SUL - ES, CORPUS CHRISTI

Vejo pelo topo da gruta...
Faço uma avaliação,
Mais de 3,6 mil fieis
Na caminhada procissão.

Fomos bem alimentados
Pela palavra...E pelo pão Eucarístico servido,
Do grande mistério ungido.
Estamos pronto,
Vamos caminhar com o pão da vida,
Nessa grande avenida ornamentada,
Com tapete de arte colorida.


48 comunidades e outros movimentos,
Matizaram suas inspirações,
Símbolos e flores cobrem as vias,
Três metros de largura e um quilometro de cumprimento.
Meu Deus! Quanta gente!
Nesse exército que é seu povo!
Profetizado por Ti mesmo:
Que devemos nascer de novo.


Assim caminha o seu rebanho,
Homens de fé, homens de dúvidas,
Uns com saúde, outros doente,
Anciões cansados; grande tamanho!
Jovens caídos, sufocados, deprimidos ou drogados!
Crianças, pelos pais abandonadas, e,Casais separados,
Adolescentes, mentirosos, Rapazes alcoólatras,
Empregados usados pela opressão,
Infelizes moças que se vendem,
Para manter a sustentação.


Há também famílias,
Que possuem o ter material,
Transbordam de bastante regalia,
Mesmo assim, não são felizes nos seus dias-a-dias.
Tem quase tudo que oferece o mundo,
E afirmam que algo os impeçam de amar,
Falta-lhes um sentido mais profundo,
O não conhecer Jesus, e,Não dando espaço para que Ele possa revelar.

Venham! Venham, vocês também!
Entrem nesse grande cordão,
Seja lá qual for a sua denominação,
Estão cansados, oprimidos,Dominado pelo pecado,
Venham sentirem aliviados,
Entrem nessa procissão!

Você que era a favor do aborto!
Prostituição, homossexual.
Tem lucros pela corrupção,
Venha, arrependa-se,
só Jesus é a salvação.

Faltou respeito em seu noivado?
Não tens cultura e nem educação!
Considera analfabeto?
Não tenha vergonha!
Digo-lhe com toda a convicção!
Tem maior culpa os homens
Que dirigem esse sistema
Que governam a cada nação.

Se não amas a Deus em primeiro lugar,
E ao próximo como a ti mesmo,
Toma o santo nome do Senhor em vão,
E no primeiro dia da semana,
Não vais à celebração,
Pode até ganhar o mundo,
Mas não compartilhará do sagrado,
Que lhe oferece o banquete
Presente nessa procissão.

Não dá valor ao teu pai e tua mãe,
Levanta falso testemunho,
Cobiça as coisas e a mulher do próximo,
Já tirou a vida de alguém?
Lembra-se a verdadeira liberdade
Exige leis; embora não seja mortalha,
Para entrar no solo sagrado,
Foi necessário tirar as sandálias.


Nesses dois mil e oito anos de histórias,
Quedas e subidas acontecerão,
Regressamos ao corpo de Cristo,
Através da penitência e da comunhão,
Sentindo que o outro é nosso irmão.
E assim continua a procissão,


O corpo de Jesus vai me impregnando,
Convidando-me a santificação
E todo o meu ser ao Dele se misturando.
Jesus, caminho, verdade e vida,
Tu és cheio de perfeição,


Antes de deixar abater-se no lenho da cruz,
A fim de redimir a humana criação,
Disseste: “Tudo o que desligardes sobre a terra,
Também eu farei no céu”.
Pois das mãos ordenadas da Igreja,
Recebi absolvição,
E nesse contexto eu creio,
Que de Jesus recebi o perdão.
Ao final da procissão,
As mesmas mãos que me absolverão,
Abençoou-me!
Enviou-me á missão.

terça-feira, 20 de maio de 2008

VOLTE PARA MIM

Conheci vários amores,
Amores entre aspas
Que só deixaram desilusão
Uma delas se enamorou
Por causa do meu caminhão.

Adolescente pequena!
Não me deixe ficar contigo
Antes da linha;
Não seja como o táxi
Que pega outro
Quando alguém lhe abandona...
Atenção querida menina,
Se paixão fosse imortal
Seu beijo seria vitamina,
É triste vê-la assim,
Correndo na contra-mão,
Nos bares da esquina
Tomando cana com limão

Garota encantada
Pense na vida
Não tenha horas marcadas,
Fique só comigo;
Com outros não se some
Pois seus atos abrem o apetite,
Mas nunca mata a fome.

Jovem selvagem,
Anda dizendo ser a tal
Convida a conhecer sua embalagem.
Não me faça escravo
Nem use malanfragem
Não me transforme num tarado.
Peço-te, vamos viver
Pois a vitíma pode ser você.
Não dê mais um pulo novo
Não seja igual á pipoca,
Volte para mim.

É ruim cair na boca do povo
Todo o teu passado
Já não existe para mim,
Foi perdoado...
Vamos viver na bonança
Eu te amo...
Perdoar-te vai ser minha vingança.

SOLIDÃO A DOIS

É triste a solidão! Amarga e dolorida
Eu imaginava que fosse fácil amar
Não te valorizei, despedacei a tua vida
Perdoe-me o jeito de te procurar.
Minha mediocridade te leva á depressão...
Silêncio, egoismo, auto-estima esquecida
Nas teias da indelicadeza, magoei teu coração.
Desculpa-me, esqueci até da nossa união ungida.
Eu te anulei com fútil vaidade,
Não renovei tua auto-confiança
Só pensando em minha felicidade.
Não sei falar bonito, só sei que te amo,
Tira-me desse sepulcro, não há outra opção,
Continua minha rainha, dá-me a ressurreição!

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ALCI SANTOS VIVAS AMADO

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Publicou 3 livros: Santo Antonio Descendente de Corpo Inteiro, Insinuações Poéticas, Duelo e Perdão, Participou dos livros: Antologia Escritores Brasileiros - 6º Edição e Galeria Brasil 2009. Com apoio do SEBRAE e FAOP - Federação de Artes de Ouro Preto - MG, pesquisou e historiou o resgate Folclórico "As Pastorinhas" onde foi editado o Catálogo "Bacia do Rio Itabapoana". É membro efetivo da APOLO - Academia Poçoense de Letras e Artes, ocupa a cadeia nº 54.

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