quarta-feira, 4 de junho de 2014

SE NÃO MUDARMOS O JEITO DE ASSOCIAR...


Dez dias antes das eleições de Santo Antonio do Muqui da Associação de Moradores, um amigo procurou-me:
-          Seu Alci, lá em Santo Antonio ta assim e ta assado, de um lado uma corrente do outro... Você como fundador daquela entidade o que você acha?
-          Pedi o jovem que entrasse na varanda e se assentasse. – Sabe cara, tinha muita esperança, que as coisas iam melhorar, Acreditava na FAMOM, mas infelizmente foram somente sonhos. “ Mas ela não está indo bem? Vai conseguir objetos, materiais até carro...”
-          - Vamos por parte, a FAMOM está muito burocrática, ela tem de sair do seu mundinho e correr atrás. “Mas como?” Já foram apresentados a FAMOM, vários projetos para o bem social. Não saiu da gaveta. “Não estou entendendo, fale explicando” – Pois bem Discutimos em reunião, e dá certo!  Armadilha para capturar os ovos do mosquito da dengue, falamos também de um repelente baratíssimo. Eu acharia que alguém do grupo da FAMOM deveria ter ido a reunião da saúde, e, apresentado tais sugestões. Sabemos que é bastante eficaz. Se todas as comunidades, todas as casas tivessem a sua armadilha “Pega Dengue” acredito que daria mais certo que o carro fumasse... Graças a Deus esse ano para nos foi manso...
-          Quanto às eleições, me parece que estão contando com quase 300 ou 400 votantes, eu questiono, para que tantas pessoas vão votar se as mesmas não vão dar consistência a comunidade Amigo, o que diz o Estatuto, o que diz a respeito o regulamento, por pressuposto básico na maioria dos estatutos, inadimplente não vota, porque não exerce nenhum tipo de contribuição para a instituição que exercerá papel executivo ou legislativo, dessa maneira em análise um pouco mais aprofundada o inadimplente faz parte da instituição de direito porque deve a ela contribuições mas não o é de fato porque está em desacordo à característica primeira da Associação que é subsistir de alguma maneira e só existe com contribuição em dia.
-          Para se construir uma associação comunitária Inicialmente é necessária que haja, entre os membros de uma área ou comunidade, uma demonstração de solidariedade. Geralmente, isto começa quando há interesses comuns. Pode ser a necessidade de conseguir, junto a alguém ou ao governo, verba, por exemplo, para construir um centro comunitário, praça ou posto médico, uma passagem molhada, um pontilhão, uma barragem comunitária, etc. No caso do centro comunitário, este passará a ser o local de centralização de toda a comunidade para juntos, no dia previamente combinado, começar a discutir as necessidades da comunidade. Não existindo este centro, a discussão poderá ser em uma escola ou outro local público e/ou particular que comporte um número expressivo de pessoas. Certa ocasião disse a Presidenta que ela era necessário envolver na FAMOM, pelo menos 1 ou 2 elementos de cada Associação.É melhor é mais prático para se trabalhar.  Estamos passando com o carro na frente dos bois. A FAMOM deve orientar as comunidades para que todos nós pagamos o nosso IPTU, Água e outros tributos municipais. Graças a Deus que esse negocio de festa acabou, há mais de 10 anos, eu já tocava nesse assunto em um dos livros que apresentei a comunidade. Dizendo que o papel da Associação não veio para fazer festa. E por falar em Associação veio o cooperativismo
-          O verbo cooperar significa colaborar com outras pessoas para alcançar resultados comuns. Já o conceito de cooperativa é o de uma sociedade com, no mínimo, 20 pessoas, com interesses em comum, economicamente organizada de forma democrática, isto é, com a participação livre e igualitária dos cooperados, aos quais presta serviços sem fins lucrativos. O cooperado é uma pessoa que se associa a uma cooperativa. Então aí vem novamente o questionamento. Deve votar aquele individuo que gosta do bem comum, aquele individuo que mensalmente vai e leva a sua contribuição para a Associação,  R$ 1,00 > R$ 2,00 é só entrar em acordo e começa a fazer o fundo da Associação, assim também nos tornamos livres. Livre: pressupõe a existência de indivíduos livres e autônomos, que deliberem fazer determinado trabalho em conjunto, estabelecendo, eles mesmos, as regras do jogo e contraindo obrigações entre si, entre iguais. Ex.: mutirão, cooperativa. Se não vamos sair do mutirão e ainda Informal: quando as normas que regem o trabalho coletivo não figuram em nenhum regulamento escrito, mas são conhecidas de todos através da tradição oral. Ex.: mutirão. Regulamentada: quando os indivíduos que cooperam elaboram regras escritas, sob forma de regulamentos, estatutos, que definem o tipo de participação de cada membro do grupo e especifica as relações entre os membros. Ex.: a cooperativa moderna. Ai sim conta comigo. Eu já disse a presidente a qual admiro que enviaria a FAMOM um Ofício de afastamento.


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Publicou 3 livros: Santo Antonio Descendente de Corpo Inteiro, Insinuações Poéticas, Duelo e Perdão, Participou dos livros: Antologia Escritores Brasileiros - 6º Edição e Galeria Brasil 2009. Com apoio do SEBRAE e FAOP - Federação de Artes de Ouro Preto - MG, pesquisou e historiou o resgate Folclórico "As Pastorinhas" onde foi editado o Catálogo "Bacia do Rio Itabapoana". É membro efetivo da APOLO - Academia Poçoense de Letras e Artes, ocupa a cadeia nº 54.

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