sexta-feira, 4 de dezembro de 2015










A ESCOLA É NOSSA > OCUPAR! RESISTIR!

Frases escritas por alunos na rua asfaltada de São Paulo. Governo pede reorganização ao projeto “Pátria Educadora”.
Todas as vezes que a educação vem em pauta, quem sai perdendo são os professores, alunos e a sociedade.
Para refletirmos melhor, vamos fazer uma viagem nesse universo educacional. Final década de 80, professores luta por salários mais justos. Secretárias de Educação apresenta o projeto: “Um kit TV e vídeo em cada sala de aula, afirmando que seria a salvação da educação no Brasil.”
Em pouco tempo, por falta de investimentos, esses aparelhos foram sucateados, e, a educação não apresentou melhoria.
Três anos após, veio mais um, agora seria uma TV e antena parabólica que seria sintonizada ao canal “Escola”, chamaram de salto para o futuro.
Só esqueceu-se de perguntar: Para quem?
O tempo provou... Mais uma vez investiram em local errado. Colocando a culpa nos professores veio o projeto “Em cada sala de aula somente professora com grau superior”.
Foi um corre... Corre penoso! Para a conclusão do terceiro grau, e lá foi os professores enfrentar a faculdade, após um dia cansativo na sala de aula.
Antes de terminar o texto, faço um questionamento: Por que ao invés dos governantes acertarem no alvo correto, o qual seria melhores salários para a classe dos professores? Lecionar tem que ter dom, Saber partilhar aquilo que sabe. Canudo não é tudo ficou provado.
Pois bem... Não obtiveram êxito, Além do baixo nível escolar, apresentados pelos alunos, muitos professores abandonaram o ensino fundamental, foram em busca de outras alternativas que lhes oferecessem melhores remunerações. Surge então à retirada da matéria, “Educação Moral e Cívica” piorando a estadia do professor em sala de aula tirando-lhe toda a sua autoridade.
Nos dias atuais estamos colhendo aquilo que semeamos, mais um projeto: “Pátria Educadora” ou “Reorganização”.
Aqui em Mimoso, um jovem se dirigiu a mesa e perguntando aos burocratas... Cara a cara, se a pergunta fosse dirigida a mim, francamente me derrubaria, a não ser que eu estivesse com a resposta pronta, como se ela viesse do sistema.
Agora você é o Juiz, você decide. A educação vai melhorar ou a vaca vai para o brejo de uma vez?

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

HOSPITAL EM MONTANHA - ES SERÁ FECHADO



30/10/2015 19h23 - Atualizado em 30/10/2015 19h23

Por falta de dinheiro, hospital em Montanha é fechado, no ES
Hospital fica em Vinhático, distrito do município de Montanha.
Prefeitura disse que não foi informada formalmente e que vai negociar.
Do G1 ES, com informações da TV Gazeta
FACEBOOK
O único hospital de Vinhático, um distrito de Montanha, no Norte do Espírito Santo, foi fechado por falta de verbas. Esse foi o argumento usado pela instituição que administra a unidade, a Obras Sociais de Vinhático. A prefeitura disse que não foi informada formalmente sobre o fechamento e que vai negociar para que o hospital retome os atendimentos.
Hospital de distrito foi fechado por falta de dinheiro (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)
Hospital de distrito foi fechado por falta de dinheiro
(Foto: Reprodução/ TV Gazeta)
Dentro da Casa Nossa Senhora de Saúde de Vinhático, nada mais funciona. “Infelizmente, com o dinheiro do SUS muito reduzido, não há condições. A gente não tem condições de pagar R$ 40 mil com R$ 30 mil, que é o que a prefeitura repassa. Era a única verba que a entidade estava tendo no momento, e infelizmente a gente teve que fechar as portas”, explicou a presidente da instituição Obras Sociais de Vinhático, Maria José Fregonassi.
Até 2012, o hospital funcionava durante 24h. No local trabalhavam clínicos gerais, obstetras, pediatras, ginecologistas e cirurgiões. Em setembro deste ano, só restavam dois médicos e o atendimento era realizado apenas em três dias por semana, 12 horas por dia.
Se estivesse funcionando, o hospital atenderia uma média de 30 pessoas por dia. A média de nascimento de bebês era de três por dia.

População
Vinhático, distrito de Montanha, tem cerca de 1,8 mil habitantes. Agora, eles precisam se deslocar 15 quilômetros até a sede do município para terem acesso a um hospital.
saiba mais
Hospital do ES vai ser fechado por falta de recursos, diz gestão
Maternidade Pró-Matre fecha as portas pela quarta vez, em Vitória
Pessoas que vivem no distrito desde a infância reclamam do fechamento do hospital onde os filhos nasceram.

“Com o hospital fechado, como a gente vai fazer? Quando adoecer uma pessoa vamos ter que ir para Montanha, se der tempo. Se não der tempo, tem que ir para São Mateus. Então, não pode fechar um hospital desse”, disse o aposentado Manoel Pereira.

“Agora acabou tudo. Eu vou para Montanha [quando adoecer]. Ficou difícil para nós, para todo mundo aqui de Vinhático ficou difícil”, disse a dona de casa Nair Pereira.

A comunidade disse que pediu ajuda junto aos órgãos públicos. “Nós fizemos vários pedidos, inclusive ao presidente da Câmara, para tentar esclarecer a falta de recursos e ajuda, com o pessoal do Conselho de Saúde também, da Secretaria de Saúde”, contou o empresário Elenilson Souza Barros.
Governo
A secretária de Saúde Montanha, Viviane dos Santos, informou que o município repassou ao hospital neste ano R$ 34,5 mil para custeio e pagamento de funcionários.
A secretária disse que não foi informada formalmente sobre o fechamento do hospital, mas que vai negociar uma forma de retomar os atendimentos.
Para que a população não fique sem atendimento, o Posto de Saúde da Família do distrito está sendo estruturado para realizar atendimento de pronto-atendimento, para urgência e emergência. A partir da próxima semana, um médico vai realizar atendimento 24h.
A Secretaria de Estado da Saúde disse que o repasse para a unidade é feito com verba federal. De janeiro a agosto, o hospital recebeu quase R$ 60 mil. Foi informado, também, que apesar de o estado não ter um contrato com esses hospital, está à disposição para negociar novas formas de repasse.
* Com informações de Serli Santos, da TV Gazeta Norte.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

ALMS LANÇARÁ LIVRO > Texto de Renata Mofatti


Por Renata Mofatti


A Academia de Letras Mimoso do Sul – ALMS lançará ainda neste ano um livro de lembranças, curiosidades, fotos e fatos históricos do Hospital Apóstolo Pedro de Mimoso do Sul contando os 70 anos de história da instituição.
De acordo com Gilberto Braga Machado, a ideia de compilar essas histórias veio da própria diretoria do HAP. “Vamos retratar através de pesquisas e entrevistas muitas páginas relevantes aos leitores”, contou.
O livro será contado desde os primórdios da inauguração que contou com grande esforço no voluntariado até os dias atuais. Com fatos curiosos, Gilberto Braga destacou o fato do primeiro médico que desembarcou no HAP. “German Maya Rios, de origem peruana, operou a apêncice de Ezilda Menezes Monteiro de Barros de Barros (Dona Zizi, leia-se goiabada Vera). “Outro fato interessante, era a maneira prática e simplória com a qual o Dr. Cysne tratava as parturientes, certa vez assim declarou: “Olha, o neném não vai nascer hoje. Chega para o canto da cama que eu vou dar um cochilo aqui do seu lado.”
A coordenação do livro está encarregada ao escritor Coronel José Luiz Barros e a experiência, segundo membros da Academia de Letras de Mimoso do Sul, tem acrescentado dados históricos sobre o município, que por certo serão valorosos pelas futuras gerações. “A ALMS pesquisando os membros da primeira diretoria, encontrou lúcido e orientado o gentil ODON FRAGA RIBEIRO, ex-agente postal, que do alto dos 97 anos, prestou relevantes informações”, finalizou Gilberto Braga Machado.
Em breve mais detalhes sobre o Dia do Lançamento Oficial.

sábado, 19 de setembro de 2015

NOSSO MUNICÍPIO



O Município com aproximadamente 27 mil habitantes, rumo a nossa história política de acostumar e conviver com o nosso papel na sociedade em todos os os níveis têm de ser institucionalizados, para oferecer aos contribuintes a devolução paga com os impostos. Os administradores também cumprem o seu papel, pois não há como viver sem eles, já que o homem é um animal político, tem que viver em sociedade e as sociedades em todos os níveis tem de ser institucionalizadas, para que o povo possa receber em troca. Desde 1914 começou nossa administração política, Lá na cidade de São Pedro do Itabapoana, que foi até novembro de 1930, quando a cidade foi violentada pela força dessa organização.

Cel. Messias Batista de Araujo,

Cap. Leopoldo Gomes de Almeida,

Cel. Francisco Pinto de Campos Figueiredo

Cap. Gabriel Ferreira da Silveira,

Cel. Clarindo Lino da Silveira

Dr. José Vieira Tatagiba

Dr. Luiz de Freitas Dias

- Foram 7 prefeitos até a tomada da cidade, que foi para Mimoso do Sul:

De 1930 a 09/10/1943 Pedro José Vieira > O período mais longo da história, Luiz Ferreira Lima Freitas, como fosse um vice, período de eleição.

De 1943 a 13/11/1945 Dr. Jasson Martins Araujo.

De 1945 a 24/03/46 Dr. Anibal Athaíde de Lima.

De 1946 a 15/01/47 Dr. Jasson Martins de Araujo.

De 1947 a 19/03/47 David Fidalgo Ferreira.

De 1947 a 12/1947 José Fernandes Tâmara.

De 1947 a 31/01/1951 Dr. Carlos de Figueiredo Cõrtes.

Joaquim Perciano de Oliveira (Período eletivo)

De 1951 a 31/01/1955 Rubens Rangel.

De 31/01/55 a 31/01/59 João Maximiliano Guarçoni.

De 31/01/59 a 31/01/63 Dr. Olímpio José de Abreu.

De 31/01/63 a 31/01/67 João Maximiliano Guarçoni.

De 31/01/67 a 31/01/71 Darcy Francisco Pires.

De 31/01/71 a 31/01/73 Domingos Serenari Guarçoni.

De 31/01/73 a 31/01/77 Fernando José Coimbra de Rezende.

De 31/01/77 a 1982 Pedro José da Costa.

1983 a 1988 Benedito Silveira Teixeira.

1989 a 1992 Fernando Jsé Coimbra de Rezende.

De 1993 a 1996 Benedito Silvestre Teixeira.

De 1997 a 2000 Ronan Rangel

De 2001 a 2004 José Carlos Coimbra de Rezende.

De 2005 a 2008 Flávia Roberta Cysne Novaes Leite.

De 2009 a 2012 Ângelo Guarçoni Junior

De 2013 a 2016 Flávia Roberta Cysne Novaes Leite.

Dados fornecidos pela revista "VIP SUL CAPIXABA" dez 2011

terça-feira, 1 de setembro de 2015

SEJA BEM VINDO


A comunidade católica se alegra com a chegada do mais novo padre ao município de Mimoso do Sul!
Trata-se do recém ordenado Padre Tiago Malanquini, do distrito de Soturno, Cachoeiro de Itapemirim, que vem como Vigário Paroquial auxiliar os Padres Marconi e Eriton nas 54 (cinquenta e quatro) comunidades da Paróquia.
Sua apresentação ao público aconteceu na noite de domingo (30), na Matriz são José para grande número de fiéis. Durante a missa, ele foi apresentado pelo Padre Helder Salvador, reitor do Seminário Diocesano São João Maria Vianney.
Seja bem vindo a Mimoso do Sul!


Texto de Ranata Mofati

sexta-feira, 24 de julho de 2015

CADA UMA...


O sexo feminino é um bicho
Burro pra caçamba! Ao ocorrer um acidente,
Faz do homem o que quer
Já pensou se fosse inteligente?

Quando e feia não tem regra,
Só mesmo a exceção,
Vai bem com pinga e limão,
Mas bonita, pode causar separação.

Quando gamada
Faz do amor imortal,
Dá o seu retrato,
Promete o original.

Quando gripada, fica fria
Mesmo acamada...
Será que estou com uma epidemia,
Não estou com sintomas... Minha barriga ta vazia.

Só por duas coisas choram,
Pôr causa da cebola e homem...
Mas não faz mal, desejo ser uma árvore!
E ter um homem como pica-pau.

Dinheiro do marido parece sabão,
Quando a mulher pega escorrega na mão,
Aproxima à esposa, ele foge de elevador,
Duas coisas vêm lhe perturbar; goteira e cobrador.

Após fala... Fala, ganha mesada
No marido lhe acerta uma vassourada,
Pode causar até uma separação, e ainda ela reclama
Não conheço o calor da praia, somente a do fogão.

Briga... Diz bobagem: - O dia que meu suor valer dinheiro,
Vou ao cofre abrir buraco...
E se essa modernidade chegar... Aposto,
Toda mulher vai nascer sem sovaco.

Tal mulher só sobe na vida,
Quando toma o elevador,
E se o marido matar alguém, e se for político,
É o defunto que vai preso.

Se pinga fosse fortificante,
Tal marido seria gigante e gostoso,
Quantos preferem serem bêbados conhecidos
Do que alcoólatra mentiroso.

Finalizando, digo aqui nesse banheiro,
O cão é amigo do homem
Porque não conhece dinheiro, diferente do político
Que é sujo como pau de galinheiro.

Feliz foi Adão...
Não conheceu a presidenta e nem inflação,
Nossa aposentadoria virou uma droga,
Ainda bem que ela não faz conta de ter sogra.

Deveria ter somente dois dentes,
Um para abrir latas, e repassar pro lula
Só assim parava de falar besteira
E o outro para doer à noite inteira.

Faço lhe um pedido... Melhore sua imagem,
Não minta tanto assim...
Usem palavras que abrem portas,
Puxe e Empurre!

Cuidado com o molusco lula!
- Cana na fazenda,
Da pinga...

Pinga na cidade da cana.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

CONHEÇA MIMOSO DO SUL




 (Do livro Galeria Brasil 2009)




Voz do vento,
Manso e barulhento,
Desfrutam da rampa,
Vôo livre e arrebatamento.

Serras, Estrela D’alva, Torres e Farol
Adjacente mata atlântica
Desnudam cachoeiras exuberantes.
Pascigo, santuário secreto abundante.

É a oportunidade concedida a Galeria Brasil
Conhecer a nossa natureza típica
Circuito cultural, celeiro folclórico.
Lares de famílias tímidas, mas gentil.

Olhar faiscante quando aparece a Pastorinha
A folia de reis e a do boi, resgate do carnaval
Festival de inverno sanfona e vila
A cavalgada...
Construção enxamel, antigos casarões.
Nossa origem, nossa história,
Colonização... Imigração...

Turismo... Que beleza! Zona urbana e rural,
Gera esperança em meio á natureza
Lá do alto da montanha
Resplandece a imagem do Cristo Redentor,
Mensagem... Vertical e horizontal
Transforma o comum em sagrado

Numa pedagogia universal.

terça-feira, 14 de julho de 2015

COMUNIDADE DE SANTO ANTONIO RECEBE QUADRA POLIESPORTIVA


 “As maiores vítimas dos males da nossa sociedade estão sendo as crianças. É das crianças que vêm os mais angustiantes apelos.
Para construirmos um mundo melhor, concentremos nossos esforços nas crianças.
Infelizmente, está difícil olhar para as crianças e observar a inocência, a pureza, a ingenuidade, a beleza, o sorriso, as brincadeiras, as cantigas, a felicidade na escola, no lar e a própria esperança.
Escola Constâncio Vivas, Comunidade, Poder Executivo e Legislativo, Associação Rural de Santo Antonio, Vale destacar aqui o empreendimento da ACORSAM, que aos poucos vai entendendo o seu verdadeiro papel de juntos somar as outras entidades, comunidade, escola, Comunidade Eclesial de Base, Associação do Folclórico, conscientização, deveres e direitos, Informar a comunidade por que devemos esforçar-se na devolução em numerário dos trabalhos oferecidos pela Prefeitura Municipal, como o dever de contribuir em dia com a taxa do IPTU, água. Informar por que loteamentos da comunidade têm que estar legalizado, já que envolvem outros organismos, como ESCELSA, SAAE, para estudos do novo bairro. E dever da Associação prestar colaboração e somar informações de utilidades públicas.
Certa ocasião em diálogo com Luiz Nazareth, disse a ele, que a Associação deveria resgatar seu verdadeiro papel. Não só a ACORSAM, mas todas as Associações, principalmente as da zona urbana. Associação não é para promover festas, o papel dela é como já explicitado nesse. A festa da Associação um elo muito forte, é mais que uma festa de confraternização. Aonde seus associados vão se reunir para comemorar os êxitos ou até fracasso daquele ano, de sua fundação, que pode ser com um jantar, um chã um grupo cultural, e quanto as festas se unirem com carinho jubilosos para colaborar com a festa do padroeiro, com o folclórico.
A Presidenta da Associação, Sandra Favores, está de parabéns, pude observar que luta para fazer o seu papel, mas infelizmente a evidencias que ela seja pressionada dentro da própria comunidade a fazer tal festa. E com isso as atividades da Associação ficam um pouco esquecida. Como sentar com seus associados, Construir um projeto de ações para o próximo ano e  devem fixar uma contribuição mensal, mesmo que irrisória para dar maior consistência ao termo Associavismo.  Não se esquecendo da Secretaria ir registrando no livro de atas suas reuniões mensais, a fim de fazermos nossa história.
Voltamos ao assunto da entrega da quadra poliesportiva à comunidade.
As meninas e os meninos serão o futuro do nosso município, observamos também a alegria estampado em cada rosto ao apresentar com instrumentos musicais o hino de sua escola, Letra de Rosimere Gama e música de Antonio de Pádua, duas grandes figuras em destaque, emocionante para quem prestou atenção na letra da referida canção.
A dança apresentada, ginástica de fita, muito bem Harmonizada pelos alunos do colégio.

Diante deste quadro, soa a resposta esses alunos não serão importunados por drogas, e outros fatores que estão destruídos a nossa juventude e nem tanto temer a Lei da maior idade penal. 

quinta-feira, 9 de julho de 2015

FESTA, ONDE ESTÁS?










Rememorado a festa...
Uma viagem desde década de 61
Com 16 anos, cheio de energia e vibração,
Envolvo com tantas variedades
Traz conhecimento e muita emoção,
O túnel foi passando... Nada é eterno
O que causava prazer...
Foi definindo ao tempo moderno.

Os jovens de outrora
Não dispunha de tanta concorrência;
Tudo: Novidade, alegria, união e festa!
Uma vasta programação apresentada...
Muitas... Muitas! Outras atrações...
Em torno de reviver Mimoso
Brilhantismo os eventos...
Receber os visitantes era a maior tradição.

Os jovens daquele tempo
Sentia as atrações em seu espírito,
Asa Delta! Voo livre...
Motociclismo, festa do laço, exposição
Futebol, corrida bicicleta, grupo teatro MIDIAM,
A réplica da nossa educação,
Fogos de artifícios, banda de música,
Show de artistas, bailes no salão.

As barracas nas ruas e praça...
O termômetro da festa!
O som romântico, suave vindo de cada poste,
Das bocas dos alto-falantes,
A iluminação das noites...
A cidade enfeitada... Os parques...
Moças e rapazes, cada qual
Embelezavam-se e arranjavam namorados...

Era arte, Fascinante...
O desfile do ginásio...
Carros alegóricos abrilhantavam,
Deslumbravam as visões...
As balizas! O enredo...
Tudo perfeito!
Do passado distante ao presente
Pouca coisa mudou.

Então por que achamos
Que ultimamente
Essas festas vêm decaindo?
Talvez seja fácil responder...
No passado, não havia concorrente,
Criança, adulto, idoso...
Rumo à data tão esperada
E não havia um sistema maldoso.

Hoje ao se falar em festa
A tal camisinha entra em cena,
O pai não tem domínio sobre teu filho
A família com olhos já sem brilho
E o sistema diz ser natural
Esquecera que da sociedade
Homem e mulher são célula
De ética nutrida! A verdade.

Voltemos ao questionamento,
Não havia a tal rede internet,
Videogame, o telefone celular
Para alguns a tal arte de fotografar, era déficit,
O computador, até mesmo a TV e o videocassete,
O inteligente projetor, cinema no lar
Para concorrer veio o ticket, está na porta o impeachment
Para desativar a disciplina familiar.

Para ter maior consistência,
Dialoguei com jovens de diversas classes sociais,
Fico surpreso... E muito mais ainda,
Deles não acharem algo
Que a festa lhe proporciona roteiro em lhe despertar,
Em suas mentes arquivadas
Pois eles têm tantas informações,
Que nem podem separar as sãs das poluídas.

Acredito que começa por ai
Durante os dias a festa do passado
As ruas estavam superlotadas,
Hoje e só mesmo a noite,
E, além disso, tem coisa mais forte
Sexualidade aberta! Droga quase liberada,
Podendo causar a morte,
O jovem não está nem aí! Foi na onda da sociedade corrompida.

E aí?  Da pano pra manga,
Para esse texto refletir
Precisa de muito esforço
E bastante conquista,
Uma disciplina que ensina,
Que aconteça o que acontecer,
A nossa cidade ainda é uma menina
É a mesma que nos faz crescer.

Queira ou não queira,
Ela e a mão
Que balança o berço,
Seja qual for a nossa opção,
Temos a ideia do aconchego,
E não ter medo de errar,
Minha cidade querida!

Necessito sempre te amar.

terça-feira, 30 de junho de 2015

DISCRIMINAÇÃO



Ela é forte... Mata mais que a morte!
Quando não entendemos a interpretação
Considero que ela ocorra quando ao
Atropelar da criação.

É normal alguém alto e outro baixo,
Alguém magro ou gordo,
Ser ouro ou ser cobre
Muita grana ou pobre.

Não podemos discriminar
Quando estão dentro dos padrões
Nascemos para o bem comum
Não para sermos ladrões.

Vou digitar sem fingimento
União entre dois homens nunca será casamento
Pode lhe dar outra nova denominação
Talvez!  Entrosamento, ou fazer um novo regimento.

Já que o significado de casamento
É uma união que dá origem a vida
Cerimônia religiosa ou civil assemelhando
Marido e a esposa associativa harmoniosa se entregando.

De maneira caracterizada da origem que os dois se tornam um,
Deus foi tão sábio que tudo no planeta terra vive em família,
O vegetal, o mineral, animal que é irracional, tudo em movimento,
E ao homem e a mulher e sua relação conjugal num entrosamento.

Quando falamos em amor, não podemos ter idéia que é a cama,
O amor quando ocorre entre seres humanos é lindo! Maravilhoso...
Ninguém pode condenar... Se há um Ser místico dessa classificação,
Só Ele pode julgar... Mesmo não sendo família, cada qual em sua atuação.

O próprio dicionário civil já definiu o Matrimônio,
Casamento... Enlace ou união
São as mesmas coisas, como:
Todos nós somos irmãos.

Somos-nos aquilo que comemos ou que fazemos,
E pagamos caros quando comemos fruto envenenado,
Sabemos que em Portugal quando duas pessoas se unem.
E de acordo com a lei dos homens, às vezes um sai machucado.



domingo, 28 de junho de 2015

80 ANOS DE EVANGELIZAÇÃO







Planejamento familiar
Achamos  muito interessante
Realidade, Homem e Mulher caminharem,
Os casais no mais profundo perseverante
Que  crerem que o Santo Deus os criou
Unidos, na luta para não serem irritante
Incessante em favor da vida e da educação
Anatomicamente e fisicamente,
Naturais aos métodos de santificação,
Organizando o elo que o Senhor os concedeu
Serem firmes... Usufruir no poder da oração.


Compreenda!  A família não está em crise,
Ela é ainda a célula primeira,
Lamento que o sistema não o analise,
E ele manda informação corrompida,
Bem sabes do que estou falando,
Responda... Até quando esse ficará endurecido,
Alienada... Desvalida... Humilhada?
Mania de mentiras e pretendida.


Juntos seremos mais...
Unidos em favor da moral,
Bendito seja  casamento...
Ele sempre será tradicional,
Luzes lhe dão as boas-vindas!
Em seguida... A vida a dois
Unidos... Nem o homem os separa.


Por meio deste anel
Acontece um “Sim”
Realização de um projeto
Amar e ser amado.


Acontece uma só vez!


Veja quem quiser ver...
Individualismos querem compartilhar
Dominando o comportamento
Aids, doenças sexuais a aumentar.


sábado, 27 de junho de 2015

RESGATANDO A HISTÓRIA DE MIMOSO DO SUL



Até a metade do século XX foi um elo de referência para a publicação de trabalhos sobre as plantas medicinais brasileiras, sendo Mimoso do Sul um marco nessa história.

No presente trabalho, as citações referenciadas da Revista da Flora Medicinal Editada em São Paulo.

 O Laboratório da Flora Medicinal foi oficialmente fundado no Rio de Janeiro em 23 de março de 1912 pelo médico mimosense José Ribeiro Monteiro da Silva com o nome de ‘J. Monteiro da Silva & Cia’. O nome ‘Flora Medicinal’ só foi incorporado à razão social da empresa quase meio século depois, desde a sua fundação a expressão ‘A Flora Medicinal do Dr. J. Monteiro da Silva’ fosse amplamente usada.

 Nasceu em 1863, em Mimoso do Sul de uma família tradicional vinda de Minas Gerais, fez o curso primário onde nasceu.

Formando-se em medicina em 1887 na Escola de Medicina do  Rio de Janeiro. O doutor Monteiro da Silva, como era conhecido, era um homem rico, cafeicultor, dono de fazendas em Mimoso do Sul. Herdadas de seus progenitores.

Segundo (Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, em 1920 foram recenseados na cidade de São Pedro do Itabapoana 726 imóveis rurais, destes 47 pertenciam ao proprietário, Dr. José Ribeiro Monteiro da Silva.
Respectivamente, nome e localização dos imóveis e quantidade: Água Limpa 5, Belo Monte 11, Bela União 3, Boa Esperança 1, Cachoeirinha 2, Capoeirão 2, Córrego das Almas 1, Ilha 1, Palmeiras 15, São Pedro 1, Sossego 5. Também era proprietário de terras em Minas e imóveis no Rio de Janeiro.

Assim, a Flora Medicinal não era simplesmente mais um empreendimento comercial, mas uma forma em  que o médico encontrou para disseminar e comprovar o poder curativo das plantas brasileiras. O seu interesse pelas plantas medicinais surgiu durante as longas caminhadas pelas florestas e matas da região onde nasceu e residiu na fazenda ‘Belmonte’. 

José Ribeiro Monteiro da Silva era filho do fazendeiro Carlos Ribeiro da Silva e de Francisca de Paula Monteiro da Silva, ambos de famílias tradicionais. 

Discreto, reservado, de hábitos rígidos no trabalho e na vida pessoal e totalmente avessa à vida social, sua formação. Sem descendentes, (a esposa morrera prematuramente e os dois filhos morreram ainda garotos), diretos, voltou-se inteiramente para a vida profissional e para o estudo das plantas medicinais. 

Monteiro da Silva via nas plantas medicinais uma forma de medicina alternativa, acessível à maioria da população humilde do país. Apesar da sua fortuna, José Ribeiro deixou claro, durante as comemorações do Jubileu da Flora Medicinal, que o pequeno capital necessário para a criação daquele laboratório foi oferecido por um comerciante de uma modesta casa de plantas verdes e secas. 

Durante esse período, a Flora Medicinal expandiu em 100 vezes o comércio de plantas medicinais brasileiras. No Jornal do Comércio do Rio de Janeiro, ele publicou dezenas de artigos onde não só descrevia as qualidades das plantas medicinais brasileiras, mas também ensinava como prepará-las. 

Quando o Laboratório foi fundado, já se conhecia muito da química das plantas mimosenses mais utilizadas, mas o valor terapêutico ainda estava baseado nas tradições populares, O referido armazenamento das ervas era um enorme galpão na Rua Joaquim Leite Guimarães, hoje é edificado a residência do casal Oton e Oreny Guimarães Oliveira.

O pai de Dona Oreny Coordenava a Equipe que preparavam as folhagens: Eram secas e ensacadas. Banana Santo-Me era moída, depositada em barris de madeiras e enviadas por via férrea, para o laboratório no Rio de Janeiro.

Em 1920 a fazenda  do Mimoso, conforme o recenseamento pertencia ao Sr. Gervásio Ribeiro Monteiro da Silva, irmão do médico. Que também produzia ervas.

Perguntada a Dona Oreny se o referido médico chegou usar essa medicina no município de Mimoso, ela respondeu que não tinha informações, mais que se lembra de sua mãe, que apanhava ervas para o tratamento de verminoses, e outras doenças.

 A ideia de Monteiro da Silva era transformar a crendice das plantas medicinais numa verdadeira ciência. Os primeiros produtos registrados pela Flora Medicinal foram a Agoniada, laboratório era proveniente das próprias fazendas que José Ribeiro possuía em Mimoso do Sul, mas ele também fornecia plantas in natura para outros laboratórios, farmácias e boticas.

O laboratório foi inicialmente instalado no sobrado do número 38 da Rua São Pedro, mas logo se expandiu, ocupando o pavimento superior e em seguida todo o prédio ao lado. Neste local, os médicos atendiam os pacientes e prescreviam medicamentos fitoterápicos que eram adquiridos ali mesmo. Era uma antiga prática das boticas que ressuscitava.

A partir de 1936, o laboratório onde eram preparados os medicamentosos, mudou-se para a Rua Barão de Petrópolis, no bairro do Rio Comprido, embora a parte administrativa permanecesse no centro da cidade.

Em 30 de novembro do mesmo ano, o Prefeito do Rio de Janeiro, Olímpio de Melo, nos termos do Decreto 104, declarou o Laboratório da Flora Medicinal como sendo de utilidade pública, com todas as implicações que isso provocava.

Em 1943, após permanecer mais de 40 anos no mesmo local, a administração, os consultórios e a redação da Revista da Flora Medicinal foram transferidos para o número 195 Rua Sete de Setembro.  

A empresa era quase familiar. Manoel de Carvalho, cunhado de Monteiro da Silva, era chefe do laboratório; seu irmão, Gervásio, era o administrador da fazenda  Mimoso  e responsável pela remessa das plantas para o Rio de Janeiro; José Monteiro de Rezende, sobrinho do fundador da empresa e farmacêutico por formação, era sócio minoritário.

Além disso, enviava regularmente remessas de fitoterápicos e plantas para os Estados Unidos, China, Paraguai, Holanda e Inglaterra. Em propaganda veiculada na sua revista, o laboratório declarava estar pronto a fornecer qualquer quantidade de plantas medicinais e industriais para exportação.

O Laboratório da Flora Medicinal não se limitava ao lado comercial com a produção de fitoterápicos.

Em outubro de 1934, foi lançada a Revista da Flora Medicinal e em 1936 foi instituído o Prêmio Dr. J. Monteiro da Silva, destinado aos trabalhos publicados sobre plantas medicinais brasileiras.

“José Monteiro da Silva estava convencido de que: “A Flora Medicinal crescerá ainda mais com o seu Laboratório para o preparo de seus produtos e pesquisas de novos vegetais, tornando cada vez mais racional o estudo de nossas plantas” e concluía:” Iniciativa de brasileiros, é um padrão de capacidade. 

Com o seu falecimento, em 1958,  assumiu a administração da empresa José Monteiro de Rezende e a empresa entrou em período de crises sucessivas, sobrevivendo graças aos consumidores fiéis que confiavam no valor dos fitoterápicos.

A situação ficou ainda mais difícil com a morte deste em 1960; e a Flora Medicinal entrou em gradual declínio. A situação chegou ao limite de saturação e da continuação da própria empresa. Em 1982, o Laboratório da Flora Medicinal foi vendido com todo o seu patrimônio estrutural, incluindo marcas e patentes, para Raimundo Correa Gomes, ex-comerciante do ramo de ferragens e material de construção.


Em São Paulo; José Monteiro da Silva, havia recebido do Laboratório da Flora Medicinal,   11 prêmios pelos Editoriais publicados.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

TENHA ESPERANÇA > Humor



Nota do Autor: Este conto é imaginário: Qualquer semelhança com fatos reais e mera coincidência.

 Nesse cenário de tantos atores em conflitos, qual seria o papel do cidadão quando percebe que seu filho não está bem? Foi ai que liguei para o “SAMU”, a fim de marcar uma consulta para Andre Zinho. O telefone tocava... Tocava... E ninguém atendia. Resolvi pessoalmente... 

Troquei de roupa e fui para o ponto de ônibus. Passou um... Dois... Três... Dava-se a impressão que estava cheio. Mas com jeitinho se o motorista quisesse poderia me levar.

Ao entrar no quarto ônibus, aproximadamente dois kilometros ouvi um ruído estranho e logo em seguida veio à ordem: “Aí tia, todos devem descer imediatamente, se o motorista não quiser parar dar-lhe-ei uma coronhada”. E no mesmo instante o ônibus para. Foi um corre; corre gritaria de horrores e logo após percebi que alguém apressadamente saia de bicicleta e estava com um capuz que cobria o rosto, com uma máscara carnavalesca e ao mesmo tempo o ônibus estava sendo engolido por chamas ardentes. 

Pensando no meu filho, eu teria de qualquer maneira marcar sua consulta com um pediatra. Abri a bolsa, havia uns trocados... Calculei dá para pagar um taxi. Chegando ao pronto atendimento de saúde, a fila estava enorme; ainda bem que lá estava minha cunhada que tratava de obesidade; que logo fez sinal para mim, afirmando desistência,  pois estava ali desde ás 04 da manhã e gentilmente ofereceu o seu lugar, pois não aguentava mais a fome. 

Deu-me um abraço e saiu. Dentro de 40 minutos aproximadamente chegou a minha vez fazia de tudo para manter-me calma: - Por favor, senhorita, meu filho necessita urgente de um pediatra. Tentei marcar pelo telefone, como é orientado pela propaganda. - Senhora! Desculpa-me, estão cortadas as linhas, falta de pagamento. Quanto ao pediatra estamos aguardando a vinda do programa “Mais Médicos”. Como a Senhora disse ser urgente vou colocar um lembrete nessa agenda, anexando à requisição da consulta. 
Assim que tudo normalizar ligarei para a sua casa. 

Confesso que sai dali mais calma, talvez seja a elegância da recepcionista. Andando pela Rua e refletindo, por quê? Massacre, execução, a luz do dia, Por quê? Matança indiscriminada, chacina? Busco palavras para expressar o que vem acontecendo no bairro em que moro, nas grandes e pequenas cidades? Será que o estopim de tudo isso está vindo de nossa organização política? Os exemplos que estão vindos de cima para baixo? Somos um Pais profundamente marcado pela propaganda mentirosa. Nossos trabalhadores que podemos chamá-los de classe operária têm uma renda per capita que não passa de 300 dólares mensais. São tantos os questionamentos que até esqueci-me do meu filho; mas graças a Deus a febre já havia cedido.

 Após um mês, numa sexta feira o telefone toca: - Senhora e do “SAMU” me confirme o seu endereço, pois irá a sua residência uma Equipe que faz parte da saúde da família, ela terá a missão de colher o sangue do garoto, aferir a pressão arterial e a temperatura. “Questionei”- Por favor, queria que um pediatra visse meu filho. - Logo após esses exames de rotina, com os resultados em mãos, seu filho, mãe vai ter o encontro com o pediatra. Ligarei para a Senhora. 

O tempo foi passando, com a troca das estações havia melhora e piora às vezes a virose voltava febre alta, alteração no sono e não tinha vontade de se alimentar. Os meses iam passando, o que vou relatar parece inacreditável, a tal ligação não aconteceu. Criei coragem e novamente fui ao SAMU, só que desta vez me precipitei; perdi a calma. Mas a atendente com todo cuidado quebrou o meu estado de ansiedade, com o seu carinho me conquistou;

 - Calma mãe! Está aqui o pedido da consulta com o pediatra. Mas infelizmente houve um deslize e o resultado do exame que o seu filho fez desapareceu, foi extraviado. - Mas como? - Vamos abrir uma sindicância e punir os responsáveis. A Senhora pode ir para casa, prometo resolver esse incidente, e assim que for resolvido; telefonarei para a senhora.

Estava bem próximo o mês de julho, e a facção política pretendia reeleição.
Foi realizada uma reunião de toda cúpula que lotava o quadro do executivo, a fim de ter uma resolução formal para todos os subordinados da saúde:

 - Por favor, serei claro e objetivo,  coloco o meu nome para reeleição, assim sendo, conto com todo interesse, serviços de vocês, principalmente para os usuários da saúde, devem a eles, respeito, transparência, responsabilidade. Não admitirei reclamação dos contribuintes. Quem não executar suas tarefas com amor, educação, irá para o olho da rua.

As facções políticas estavam acirradas para concorrerem às eleições. Na festa da cidade, com a presença do Governador estava presente com discurso pronto; as reformas da escola e da rede Saneamento básico.
O povo estava exigente e queriam explicação, apuração e punição, já que os grãos que vieram para distribuir com os mais necessitados estavam sendo vendido num armazém da cidade. 

Um movimento popular que não fazia festas, cumpria seu papel de cidadão,  estava lá, bem em frente ao palanque oficial, portando uma faixa com os dizeres citados...

 Sentindo-se ofendido, o administrador reagiu, apresentando queixa na policia. No julgamento do inquérito, o promotor público achou que não havia crime. Teve inicio uma nova era acabou o promissor enganoso. Veio o futuro que promete e não fez, por mais de três anos deu um branco na cidade. Só agora aparece o seu rosto verdadeiro, em época de eleições; cabos eleitorais desperdiçam toneladas de papel para ganhar uns míseros trocados. Cabos eleitorais pagos, desinformados, sem saber quase nada sobre o candidato ou o partido que promovem. 

Estava eu levitando com tantas e tantas perguntas e fazia os meus próprios comentários aos questionamentos: Quando:

 - Mamãe o telefone! - Alô! Sim e da casa de Andre Zinho. – “Liguei para informar que foi encontrado um pedido para consulta de seu filho com um pediatra.

Estamos colocando a casa em dia... Só a Senhora vendo, encontramos uma verdadeira zona. Uma bagunça tremenda... Assim sendo, amanhã às 9 horas, no consultório sete, o pediatra estará à espera do paciente.  - Meu filho estará aí com certeza.  Assim chegou o dia tão esperado, Andre Zinho ao entrar no ambulatório  foi logo procurando a sala sete... Entrou... Arrasta uma cadeira e senta-se, após de um caloroso Bom Dia ao Médico; este, fixa bem para o paciente e estranha: 

-  Sou pediatra; como é que um adulto marca consulta com um médico infantil.? Será que aqui no Brasil é diferente? - Que absurdo, não é, Doutor? Por aí, o Senhor pode calcular a quanto tempo estou nesta fila.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

BOCAS... BOCAS E BOAS



Boca da noite fogosa!
Morreu a boa tarde,
Boca de cena piedosa!
Boas-entradas, não se alarde.

Boca fechada não entra bala,
Cuidado... Boa praça!
Boca suja não fala,
Pois a boa pinta pode levar massa.

Respeite a boca-de-fumo!
Boa-vida lhe oferece,
Boca do estômago vai sem rumo,
Quando boas-festas lhe aquece.

A boca-de-fogo pode mandar-lhe
Para a boca do lixo,
Vai encontrar com a boca-de-leão
Poderá ser devorado por esse bicho.

Botar a boca no mundo
Fica um desgoverno,
Poderá jogá-lo num buraco fundo,
Deve ser boa-peça sem ser subalterno.

Forte residir na boca da serra,
Quis se esconder por ser boca-rica.
Boa-vida, boca-mole ou boca livre...
Quer ser feliz? Volte à sua terra.


Seguidores

ALCI SANTOS VIVAS AMADO

Tekpix i-DV12 ENGANAÇÃO

Tekpix i-DV12 ENGANAÇÃO
Não comprem essa Câmera

ANTOLOGIA ESCRITORES BRASILEIROS

ANTOLOGIA ESCRITORES BRASILEIROS
Alci Vivas e outros autores

FOLCLORICO EM SANTO ANTONIO DO MUQUI

FOLCLORICO EM SANTO ANTONIO DO MUQUI
A Pastorinha dia 21/06/2008

EXEMPLO DE VIDA

EXEMPLO DE VIDA
Projeto Educacional M.S.

VENHA CONHECER SÃO PEDRO

VENHA CONHECER SÃO PEDRO
Festival de sanfona e viola

A CULTURA NÃO DEVE MORRER

Se não resgatarmos a história o tempo
pode não nos indultar


FESTIVAL SANFONA E VIOLA

FESTIVAL SANFONA E VIOLA
São Pedro do Itabapoana/ 23 - 24 e 25 DE JULHO 2010

Arquivo do blog

FOLCLÓRICO

FOLCLÓRICO
CASAMENTO NA ROÇA